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		<title>O valor estratégico da opção verde &#8211; 01/09/10</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 14:24:40 +0000</pubDate>
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O Estado de S. Paulo



Patrícia Campos Mello, Afra Balazina e Herton Escobar
Faltando um mês para as eleições, mesmo com o País sufocado pelas queimadas – só em agosto foram 27 mil focos de incêndio, número muito superior aos 1.493 fiscais e 1.300 brigadistas do Ibama que deveriam combatê-los – a sustentabilidade ainda é tratada como [...]]]></description>
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<td width="100%" align="left" valign="top">Patrícia Campos Mello, Afra Balazina e Herton Escobar<br />
Faltando um mês para as eleições, mesmo com o País sufocado pelas queimadas – só em agosto foram 27 mil focos de incêndio, número muito superior aos 1.493 fiscais e 1.300 brigadistas do Ibama que deveriam combatê-los – a sustentabilidade ainda é tratada como tema secundário pelos principais candidatos à Presidência. Para especialistas, ela deveria estar no centro da nossa estratégia de desenvolvimento. “Ambiente é a única área na qual somos potência, já que não somos potência nuclear nem militar”, diz o diplomata Rubens Ricupero, ex-ministro da Fazenda.<br />
Maior economia tropical, dono de reservas de água doce e biodiversidade que nenhum país tem, o Brasil desfruta de posição privilegiada para ser a primeira nação a conciliar crescimento econômico e conservação, num cenário em que catástrofes climáticas causam preocupação mundial. Ricupero acha que deveríamos usar essas vantagens comparativas para exercer nosso “soft power”, termo popularizado pelo professor de Harvard Joseph Nye para definir o poder de influenciar sem recorrer à força bruta. “Nenhum acordo ambiental decisivo pode ser alcançado sem nós. Deveríamos usar isso na diplomacia, em vez de escolher temas duvidosos, como a parceria com o Irã.”<br />
Enquanto outros países enfrentam o caríssimo desafio de substituir o uso de combustíveis fósseis pelas energias renováveis, o Brasil já tem de saída uma matriz energética essencialmente limpa. Cerca de 90% da eletricidade gerada no País é renovável, extraída da força das águas e da queima de matéria orgânica. Quando se consideram também energias combustíveis para uso veicular e industrial (como gasolina e diesel), esse porcentual “verde” cai para 48% – ainda assim, muito acima da média mundial, graças ao uso crescente do etanol em veículos flex.<br />
Essa posição privilegiada embute o risco de o Brasil se acomodar, alerta Roberto Schaeffer, especialista em planejamento energético do Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ). “Não diria que o Brasil está no caminho do desenvolvimento de baixo carbono, porque não escolheu esse caminho deliberadamente”, diz. “Mesmo se não fizer nada, ele continuará sendo de baixo carbono. Mas é possível ser muito mais. Agora, decisões precisam ser tomadas para que ele continue evoluindo.”<br />
Custo da transição. Schaeffer é umdos autores de um estudo ambicioso, financiado pelo Banco Mundial, que avaliou a relação custo-benefício de promover, deliberadamente, o desenvolvimento de baixo carbono no Brasil. O custo do esforço extra para limpar ainda mais a economia (comparado a um cenário em que as atuais políticas oficiais sejam mantidas) é de US$ 15 bilhões a US$ 20 bilhões anuais até 2030. “Para o País é um benefício, sem dúvida. Mas não obrigatoriamente para cada empreendedor individualmente”, afirma Schaeffer. Ele defende a tese de que o governo precisa oferecer incentivos para bancar essa transição.<br />
Infelizmente, só países que enfrentaram tragédias parecem se dar conta da importância da sustentabilidade. Como lembra Jacques Marcovitch, ex-reitor da Universidade de São Paulo, muitas mortes foram causadas pela fuligem das chaminés de fábricas durante o processo de industrialização da Inglaterra. Hoje, Londres é uma das capitais mais limpas da Europa e reconhecida pela despoluição do Rio Tâmisa.<br />
Outros líderes entre os países emergentes já sofrem os graves problemas de crescer sem levarem conta o ambiente, mas reagem de formas diferentes. A Índia costuma usar o argumento de que tem o direito de repetir a trajetória dos países desenvolvidos – ainda que seguindo um modelo do século 20, que abusa, por exemplo, do uso de carvão. Também dependente do carvão, a China tem estimulado a pesquisa em energias limpas, como a solar, e criou um gigantesco programa de plantio de árvores para tentar ao menos brecar o processo de desertificação do país.<br />
Para Ricardo Abramovay, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, o Brasil tem posição privilegiada mesmo entre os emergentes. “Não estamos numa situação que exige crescimento acelerado, no nível de China e Índia. É um imenso privilégio, que talvez eles não tenham em razão do tamanho da população”, afirma. “Temos um certo conforto com relação à capacidade de nos organizar para um crescimento voltado à qualidade, e não um crescimento a qualquer custo.”<br />
Na opinião de Abramovay, o Brasil deve investir com urgência na fabricação de produtos que consumam menos energia e matéria-prima. “Nossa indústria automobilística ainda é uma indústria do início da segunda metade do século 20, enquanto a China, a Europa, o Japão e os Estados Unidos já estão ingressando em outro patamar.”</td>
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		<title>Dados sobre mercado de trabalho dos EUA puxam preço do petróleo &#8211; 27/08/10</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 21:30:47 +0000</pubDate>
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Valor Econômico



Vanessa Dezem
Os dados sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos impulsionaram as negociações e colaboraram para que os preços internacionais do petróleo encerrassem com alta ontem.
Em Nova York, o contrato do WTI para outubro ganhou 84 centavos de dólar, cotado a US$ 73,36, enquanto o vencimento de novembro fechou a US$ 74,22, com [...]]]></description>
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<td width="100%" align="left" valign="top">Vanessa Dezem<br />
Os dados sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos impulsionaram as negociações e colaboraram para que os preços internacionais do petróleo encerrassem com alta ontem.<br />
Em Nova York, o contrato do WTI para outubro ganhou 84 centavos de dólar, cotado a US$ 73,36, enquanto o vencimento de novembro fechou a US$ 74,22, com alta de 98 centavos de dólar. Em Londres, o Brent para outubro fechou a US$ 75,02, alta de US$ 1,54. O barril para novembro atingiu US$ 75,41, elevação de US$ 1,48.<br />
Logo pela manhã, os investidores receberam os novos pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos, que caíram em 31 mil na semana terminada em 21 de agosto, para 473 mil, contra os 504 mil de uma semana antes (dado revisado), segundo dados do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos.<br />
&#8220;É a continuação da recuperação observada até o fim da sessão de ontem (quarta-feira). Houve muitas vendas no mercado, que precisava de uma retomada. (Os mercados) estão em convalescência após queda de cinco, seis dias&#8221;, disse Tom Bentz, do BNP Paribas.<br />
Segundo Adam Sieminski, do Deutsche Bank, vários fatores confluem. &#8220;Começamos o dia com os mercados de ações em alta e um dólar fragilizado&#8221;, disse o analista. As negociações da commodity ganharam impulso com o recuo do dólar frente às principais moedas do globo.<br />
O relatório semanal sobre o nível de estoques em Estados Unidos teve como consequência um efeito limitado sobre o mercado, depois do anúncio de reservas em contínuo aumento. No entanto, segundo Phil Flynn, do PFG Best Research, essas informações refletem &#8220;um retorno à recessão&#8221; da economia americana.<br />
&#8220;O vigor dos preços (&#8230;) indica que a pressão à venda fragilizou-se no momento&#8221;, disseram, por sua vez, analistas da JPMorgan.</td>
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		<title>Governo define capitalização com barril a US$ 8,50 &#8211; 27/08/10</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 21:27:21 +0000</pubDate>
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O Estado de S. Paulo 



Kelly Lima e Irany Tereza
O governo bateu o martelo e, salvo qualquer argumentação extraordinária nos próximos dias, o barril da cessão onerosa para a Petrobrás ficará em US$ 8,50. O valor está exatamente no meio, entre o mínimo e o máximo sugerido nos laudos das consultorias contratadas pela Agência Nacional do [...]]]></description>
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<td width="100%" align="left" valign="top">Kelly Lima e Irany Tereza<br />
O governo bateu o martelo e, salvo qualquer argumentação extraordinária nos próximos dias, o barril da cessão onerosa para a Petrobrás ficará em US$ 8,50. O valor está exatamente no meio, entre o mínimo e o máximo sugerido nos laudos das consultorias contratadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Petrobrás para avaliar a área de Franco, que será cedida pela União à estatal dentro de seu processo de capitalização.<br />
Segundo apurou o Estado, o valor do barril entre US$ 5 e US$ 6 apresentado pela consultoria DeGolyer &amp; Mc Naughton, contratada pela Petrobrás, não se sustentou na apresentação técnica feita ontem em Brasília em reunião interministerial. Segundo uma fonte, o laudo aparentou um conservadorismo na análise de dados nunca antes considerado em outros projetos da estatal.<br />
Por outro lado, o laudo da consultoria Gaffney, Cline &amp; Associates, contratado pela ANP, teria superestimado o volume das reservas contidas na área, num total de 6 bilhões de barris.<br />
Reavaliando os parâmetros utilizados nos dois laudos, a União reduziu o volume de reservas estimado da área para 4,5 bilhões de barris e ajustou o valor do barril para US$ 8,50. A Petrobrás teria resistido à decisão, mas acabou cedendo diante da ameaça de novo adiamento do processo de capitalização, caso houvesse necessidade de contratar uma terceira consultoria para balizar as análises.<br />
Técnicos da ANP também não cederam completamente ao valor de US$8,50. Há uma tendência na reguladora a apresentar argumentações nos próximos dias que forcem o governo a aproximar esse valor dos US$ 10. O diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, voltou a afirmar ontem que gostaria de um valor superior a US$ 8. “O que já disse sobre isso, há uns 15 dias, é que US$ 5 ou US$ 6 seria baixo; acima de US$ 8 me parece razoável”, afirmou Lima.<br />
As negociações agora envolvem de onde sairão os 500 milhões de barris necessários para completar os 5 bilhões em reservas prometidos pelo governo à estatal. “Poderemos recorrer a outras áreas, além de Franco, mas estamos ainda avaliando volumes de cada uma. Pode ser Guará, Tupi Nordeste, Iara, Libra&#8230;”, disse o diretor da ANP.<br />
Prazo mantido. A maior probabilidade é de que a cessão onerosa inclua uma área contígua a Tupi Nordeste, no bloco BM-S-11, na Bacia de Santos. A Petrobrás é operadora do bloco, no qual tem parceria com a britânica BG e a portuguesa Galp.<br />
Ainda segundo fontes, com o consenso ficou mantido o prazo de 30 de setembro para o processo de capitalização da estatal. A ANP entregará o documento com o novo valor acertado, bem como o laudo final da certificadora, já com as novas considerações técnicas para o Ministério da Fazenda, na próxima segunda-feira, e a questão será apreciada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) dois dias depois. Segundo fontes, os laudos preliminares não virão a público para evitar questionamentos jurídicos.<br />
A ideia, segundo Lima, era que uma reunião do CNPE fosse marcada para ontem, para fechar a questão, mas o governo achou melhor adiar o encontro para que as partes definam os últimos pontos divergentes. “As diferenças (entre os laudos das duas certificadoras) eram muitíssimo grandes e estamos caminhando para uma convergência”, comentou o diretor da ANP.<br />
Com o acerto do barril a US$ 8,50, a cessão onerosa dessa área custará à Petrobrás US$ 38,25 bilhões. Ainda não há nenhum dado sobre o valor que será considerado para a cessão dos 500 milhões de barris restantes que virão da área contígua a Tupi Nordeste. Para especialistas, porém, o valor deve ser superior ao de Franco, já que se trata de uma área mais conhecida do ponto de vista geológico.<br />
O desenvolvimento da área deverá ser negociado com os sócios do BM-S-11, em um processo chamado de unitização – quando duas concessões são concentradas em um único projeto.</td>
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		<title>Wurth lança linha universal de filtros de óleo lubrificantes para veículos leves &#8211; 27/08/10</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 21:20:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Wurth do Brasil, multinacional alemã especializada em produtos químicos, peças de fixação, ferramentas manuais, elétricas e pneumáticas, disponibiliza ao mercado sua nova linha de filtros para automóveis &#8211; Wurth Oil Filter Universal. Composta por cinco versões: W1, W2, W3, W4 e W5, a linha pode atender cerca de 250 diferentes tipos de aplicações, substituindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lnkTexto">A Wurth do Brasil, multinacional alemã especializada em produtos químicos, peças de fixação, ferramentas manuais, elétricas e pneumáticas, disponibiliza ao mercado sua nova linha de filtros para automóveis &#8211; Wurth Oil Filter Universal. Composta por cinco versões: W1, W2, W3, W4 e W5, a linha pode atender cerca de 250 diferentes tipos de aplicações, substituindo 23 modelos existentes no mercado convencional.<br />
“Antigamente era necessário verificar qual o modelo adequado para o tipo de veículo e isso demandava alto custo e espaço em estoque. Hoje, com uma linha universal, reduzimos para apenas cinco modelos que atendem todas as especificações das montadoras de veículos”, explica o técnico de desenvolvimento da divisão Automotiva da Wurth, Rafael Júnior.<br />
O filtro é peça integrante do motor e tem como principal finalidade reter partículas contaminantes nocivas ao sistema, que acumulam com o passar do tempo. A novidade apresentada pela empresa pode prolongar a vida útil do motor, pois evita que possíveis partículas metálicas, liberadas pelo desgaste natural do propulsor, atinjam suas partes móveis.<br />
“O filtro saturado pode travar a válvula responsável por regular a pressão do motor. Realizar a troca do filtro de óleo de maneira correta representa uma eficiência entre 20% e 30% na lubrificação. Por isso, o correto é que em toda troca de óleo também se troque o filtro”, afirma Rafael. O técnico também ressalta que o bom desempenho dos motores exige que óleos lubrificantes atuem com eficiência e em condições extremas de aplicação.<br />
A Wurth do Brasil, presente no País desde 1972, pertence ao Grupo alemão Adolf Würth GmbH &amp; Co. KG. Sua primeira sede foi instalada no bairro de Santo Amaro, em São Paulo, com apenas 200 m2. A partir de 1979, a empresa passou a ocupar uma área de 55 mil m2 em Cotia, na Grande São Paulo.<br />
Por meio de um atendimento personalizado, a companhia oferece uma extensa gama de produtos inovadores, com a mais alta tecnologia, organizados em cinco divisões voltadas ao atendimento de profissionais de segmentos diversos, tais como indústria, máquinas agrícolas, veículos leves e pesados, madeireiras e construção civil. Suas atividades abrangem o comércio de peças de fixação, produtos químicos, ferramentas manuais, elétricas e pneumáticas e equipamentos de proteção individual.<br />
No Brasil, a Wurth atende 180 mil clientes, possui 10 mil produtos e conta com 1.500 colaboradores, sendo que 1.300 atuam na área de vendas. Com competente administração de negócios, a Wurth expandiu sua atuação com o apoio de duas filiais: no Rio Grande do Sul e na Paraíba. </a></div>
<div>Fonte: Lubgrax</div>
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		<title>3° Congresso supera expectativas &#8211; 25/08/10</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 17:50:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Superando todas as expectativas de público, o 3° Congresso Nacional Simepetro registrou a presença de 212 participantes. Representantes de empresas de várias partes do país compareceram e prestigiaram o evento até o final. Na abertura, logo após a execução do Hino Nacional e apresentação do vídeo institucional do Sindicato, o diretor da Agência Nacional do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Superando todas as expectativas de público, o 3° Congresso Nacional Simepetro registrou a presença de 212 participantes. Representantes de empresas de várias partes do país compareceram e prestigiaram o evento até o final. Na abertura, logo após a execução do Hino Nacional e apresentação do vídeo institucional do Sindicato, o diretor da Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis, Allan Kardec Duailibe, destacou o momento vivido pelo mercado e o trabalho da ANP na regulamentação. “O mercado de lubrificante hoje é pujante, a economia do país está bastante aquecida, há oportunidades de negócios para todos”.</p>
<p>Kardec fez questão de destacar a preocupação com o elevado índice de não- conformidades dos lubrificantes e pediu que as empresas sérias trabalhem em conjunto com a Agência no sentido de reduzir esses índices. O excesso de não-conformidades foi tema também da palestra da Superintendente da Qualidade, Rosangela Moreira de Araújo.</p>
<p>Ela exemplificou as mais frequentes em rótulos, registros e qualidade e informou que dentre as próximas ações da ANP no registro de produtos estão o desenvolvimento da solicitação de registro de forma eletrônica a classificação dos óleos básicos e a harmonização das exigências de rótulos com as de outros órgãos.</p>
<p>O representante da Superintendência de Fiscalização, Luiz Octávio M. Bernardes, ressaltou que o trabalho da fiscalização precisa ser bem direcionado. “Senão vamos continuar fazendo ações de fiscalização em números que vão parecer grandes e bonitos, mas que não vão ser eficazes para reduzir esse percentual de não-conformidades”.</p>
<p>O superintendente adjunto de Abastecimento, Rubens Freitas, repassou os principais pontos da Resolução n° 18, como as autorizações diferenciadas para os produtores de óleos industriais e automotivos; os requisitos para o recadastramento, como a qualificação jurídica; a econômico-financeira;  e a comprovação de instalações com destaque para a norma ABNT NBR 17505-1.</p>
<p>A Resolução 362/05 foi o tema da palestra do diretor Executivo do Sindirrefino, Walter Françolin, que deu ainda números sobre o rerrefino no Brasil e no mundo, ressaltando que o segmento se prepara para o aumento da capacidade de processamento e para a produção de básico rerrefinado Grupo II. Quem também abordou a questão do óleo lubrificante usado foi o diretor do Departamento de Combustíveis Derivados de Petróleo do Ministério de Minas e Energia, Cláudio Ishihara. Segundo ele o Ministério vem observando as metas de coleta definidas na Portaria Interministerial 464, e que em 2009 não foram cumpridas pela região NE. “O produtor pode ajudar informando corretamente e fazendo as contratações devidas dos seus coletores”.</p>
<p>A palestra sobre “O papel das Agências Reguladoras” foi uma das que mais mexeu com o público presente. Nela o advogado Alexandre de Moraes, destacou a necessidade de defesa das empresas diante das exigências da legislação. “Algumas exigências não são razoáveis para as empresas menores, é o princípio da razoabilidade”, comentou. Segundo Moraes isso ocorre em todas as Agências, algumas exigências “acabam quebrando a empresa”. Segundo o advogado, o relacionamento das Agências com os Sindicatos e com os associados deve ser de independência da atividade econômica, de fiscalização, de normatização. “Mas principalmente de respeito da atividade econômica, para possibilitar que todos aqueles que fazem parte possam exercer suas atividades sem serem penalizados”.</p>
<p>O Congresso também procurou trazer informações sobre as novas tendências e tecnologias dos óleos lubrificantes, bem como uma visão de marketing do papel das embalagens. Pela primeira vez o evento contou com uma palestra internacional, proferida pelo diretor da Lubrizol Dave Oesterle, que falou sobre fluídos hidráulicos. O gerente de Serviços Técnicos &amp; Marketing de Lubrificantes para a América Latina da Afton Chemical, Douglas L. McGregor lembrou que há uma tendência de utilização de lubrificantes que podem rodar 60.000 km sem troca. No campo das embalagens, a mensagem do diretor da Vendas e Valor Ericsson Silveira foi quanto à importância de tê-la como um elemento estratégico de comunicação e promoção, algo efetivo para o sucesso do produto.</p>
<p>O gerente Geral de Comércio de Produtos da Petrobras, Sillas Oliva Filho, mostrou a visão da empresa sobre o mercado de óleos lubrificantes básicos, pontuando que 60% dos lubrificantes têm como destino o mercado automotivo que vem exigindo produtos com maior desempenho influenciados pela legislação ambiental.</p>
<p>Na análise da Petrobras haverá tendência de aumento de disponibilidade de oferta no mercado spot a partir de outubro de 2010; os preços deverão permanecer em elevação em função da crescente escassez de oferta, relação com a redução no nível de refino de combustíveis nos EUA e Europa; as unidades em manutenção/fechamento/problemas de produção; e a recuperação gradual da demanda em alguns mercados.</p>
<p>Fechando o Congresso, o gerente de Produção de Lubrificantes e Parafinas e gerente de Comercialização da Petrobras, Carlos Antonio Machado dos Santos, apresentou como é a produção de lubrificantes na Reduc. “O intuito era aproximar a Refinaria dos nossos clientes. Conhecendo um pouco mais nossa forma de produção, algumas dificuldades e projetos de melhorias, a gente consegue ter uma interação melhor no nosso dia-a-dia”, afirmou.</p>
<p> </p>
<p>No dia 20 de agosto aconteceu a visita a Refinaria Duque de Caxias. Os participantes foram divididos em dois grupos. A programação incluiu uma palestra sobre o funcionamento da Refinaria com explicações sobre a produção do óleo básico e demais curiosidades que envolvem os lubrificantes, e logo a seguir, uma visita guiada de ônibus permitiu conhecer em loco as unidades de produção.</p>
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		<title>O petróleo equatoriano &#8211; 01/08/10</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 17:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>simepetro</dc:creator>
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O Estado de S. Paulo



A exemplo do que já aconteceu na Bolívia e na Venezuela, chegou a vez de o governo bolivariano do Equador nacionalizar o setor petrolífero. De acordo com decreto assinado pelo presidente Rafael Correa, entrou em vigor no dia 26 a nova Lei de Hidrocarbonetos, pela qual as companhias petrolíferas que operam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
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<td width="100%" align="left" valign="top"><span>O Estado de S. Paulo</p>
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<td width="100%" align="left" valign="top">A exemplo do que já aconteceu na Bolívia e na Venezuela, chegou a vez de o governo bolivariano do Equador nacionalizar o setor petrolífero. De acordo com decreto assinado pelo presidente Rafael Correa, entrou em vigor no dia 26 a nova Lei de Hidrocarbonetos, pela qual as companhias petrolíferas que operam em território equatoriano terão de vender ao governo toda a sua produção, deixando de ter contratos de participação para ser apenas prestadoras de serviço. As companhias, entre elas a Petrobrás, a espanhola-argentina Repsol-YPF, o consórcio chinês Andes e a italiana ENI, terão 120 dias para dizer se aceitam ou não a revisão de seus contratos. Prevê-se um período de negociações difíceis com as petrolíferas, pois Correa ameaça expropriar as empresas que não aceitem “migrar” para o novo regime.<br />
Correa pretendia alterar as regras do jogo através de projeto de lei enviado à Assembleia Nacional, onde foi objeto de acesos debates, sem que o governo conseguisse aprová-lo. Bem aos moldes do “socialismo do século 21”, o presidente foi adiante e promulgou a lei, alegando decurso do prazo para exame pela Assembleia, e declarando ilegal qualquer obstrução legislativa. Correa prometeu submeter a decisão a um referendo popular em data não fixada.<br />
Pelas regras anteriores, o governo equatoriano ficava com 70% das receitas do petróleo e, de agora em diante, ficará com a totalidade, ficando pendente de negociação a taxa de remuneração que o governo pagará às petrolíferas que operam no país. A depender das condições oferecidas, que não devem ser generosas, a operação poderá deixar de ser interessante para as empresas privadas estrangeiras ou locais, que, naturalmente, têm direito a uma indenização pelos investimentos já realizados.<br />
O governo equatoriano promete pagar um “preço justo” pelos investimentos. Aí é que está o nó da questão. Como seus aliados bolivarianos, o governo se reserva o direito de ditar o que considera justo. Como se recorda, na nacionalização do petróleo na Bolívia, o governo do presidente Evo Morales fixou em US$ 60 milhões a indenização a ser paga à Petrobrás pelas duas refinarias nacionalizadas em 2006. A estatal brasileira pleiteava receber US$ 200 milhões. O caso poderia ser levado ao Centro Internacional para Arbitragem de Disputas sobre Investimentos (Ciadi) do Banco Mundial, mas em 2007 o governo boliviano retirou-se formalmente daquele organismo. Depois de prolongadas negociações entre os governos brasileiro e boliviano, a indenização à Petrobrás foi fixada em US$ 112 milhões.<br />
A Venezuela não chegou a abandonar o Ciadi, onde estão em curso várias queixas de companhias expropriadas pelo governo Hugo Chávez (a última foi de 11 plataformas da empresa americana Helmerich &amp; Payne, declaradas de utilidade pública em junho). No auge da nacionalização em 2007, a Connoco Phillips e a Exxon Mobil não aceitaram o “preço justo” oferecido pelo governo venezuelano por suas áreas de operação no Bacia do Orinoco e o caso foi parar no  Ciadi. A Petrobrás também não aceitou tornar-se prestadora de serviços para a PDVSA, mas não se falou em indenizações pelos investimentos já feitos na região.<br />
O que a Petrobrás e o governo brasileiro farão agora em face da nova Lei de Hidrocarbonetos do Equador? A estatal, por enquanto, não se pronunciou. No Equador, a Petrobrás integra um consórcio do qual fazem parte a japonesa Teikoku, a Cayman, com sede no Panamá, e a equatoriana Petromanaby, o que significa que terá de acertar uma posição com seus parceiros, o que não será fácil.<br />
A julgar pelo histórico recente, a Petrobrás tenderia a aceitar passivamente os prejuízos decorrentes da nacionalização. Mas como as empresas com as quais está consorciada colocam acima de tudo os seus interesses comerciais, um acerto de Brasília com Quito pode ser mais problemático. Um recurso ao Ciadi em caso de nacionalização, oque é praticamente certo, não parece combinar com a orientação que a diplomacia petista imprime à atuação externa da Petrobrás.</td>
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		<title>Afton Chemical anuncia novo aditivo para GF-5 &#8211; 30/07/10</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 17:28:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lubes em Foco
A empresa Afton Chemical anunciou que está pronta para lançar novo pacote de aditivos, que estará entre os primeiros do mercado a atender à mais nova especificação de óleos de motor ciclo Otto, ILSAC GF-5, que entrará em vigor em outubro de 2010. O novo pacote atende também ao padrão Dexos 1 da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-small;font-family: Arial">Lubes em Foco</span></p>
<div><span style="font-size: x-small;font-family: Arial">A empresa Afton Chemical anunciou que está pronta para lançar novo pacote de aditivos, que estará entre os primeiros do mercado a atender à mais nova especificação de óleos de motor ciclo Otto, ILSAC GF-5, que entrará em vigor em outubro de 2010. O novo pacote atende também ao padrão Dexos 1 da GM.</span></div>
<p><span style="font-size: x-small;font-family: Arial">Técnicos da Afton Chemical informam que o novo pacote abrangerá um maior número de graus de viscosidade do que o seu pacote GF-4, e irá minimizar a necessidade do uso de óleos básicos especiais. Segundo as informações, o novo aditivo além de ter um custo bastante aceitável e ter grande flexibilidade quanto aos básicos, também excede as especificações GF-5 em várias áreas de desempenho, e já contém um abaixador de ponto de fluidez, simplificando a logística para seus clientes.</p>
<p>De acordo com o Sr. Ian Atherton, gerente de Marketing para óleos de motor, as novas classificações GF-5 e Dexos 1 apresentam desafios aos formuladores, e o novo aditivo veio confirmar a tradição da empresa de se colocar à frente dos desenvolvimentos tecnológicos. “Estamos felizes poder oferecer aos nossos clientes o que eles precisam, mesmo antes de eles precisarem”, afirmou Atherton.</p>
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		<title>Brasil bate recorde na importação de óleos básicos &#8211; 30/07/10</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 17:23:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lubes em Foco 
A importação de óleos lubrificantes básicos atingiu, no primeiro semestre de 2010, o recorde histórico de 276 milhões de litros. Esse número equivale a um aumento de 100% em relação ao mesmo período do ano passado. Os óleos lubrificantes com aditivos também tiveram aumento nas quantidades importadas, variando entre 16 e 28% , [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;font-family: Arial"><strong>Lubes em Foco </strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-small;font-family: Arial">A importação de óleos lubrificantes básicos atingiu, no primeiro semestre de 2010, o recorde histórico de 276 milhões de litros. Esse número equivale a um aumento de 100% em relação ao mesmo período do ano passado. Os óleos lubrificantes com aditivos também tiveram aumento nas quantidades importadas, variando entre 16 e 28% , dependendo do tipo de classificação utilizado.</p>
<p>Segundo técnicos do setor, a importação de básicos dobrou nesse primeiro semestre, por circunstâncias que se somaram e direcionaram o mercado nessa direção. Principalmente, três aspectos principais: o crescimento da demanda interna, a queda de produção local e a atuação direta de produtores no processo de importação.</p>
<p>O aumento da demanda por óleos lubrificantes está diretamente ligado ao crescimento do país, principalmente no setor industrial. A Confederação Nacional da Indústria &#8211; CNI reviu, para cima, suas projeções para alguns dos principais indicadores da economia este ano. Pelas novas previsões, divulgadas na publicação Informe Conjuntural, o Produto Interno Bruto &#8211; PIB deve crescer 7,2% em 2010, a produção industrial vai se elevar em 12,3% e os investimentos serão ampliados em 24,5%. As previsões anteriores da CNI, de maio último, eram de mais 6% para o PIB, 8% para o PIB industrial e 18% para os investimentos.</p>
<p>A queda de produção das refinarias brasileiras se deu devido a problemas localizados na Reduc, durante o período. As outras refinarias que produzem básicos são a Rlam e a Lubnor, sendo essa última somente voltada para óleos naftênicos. A Indústria do Rerrefino, por sua vez, cresce proporcionalmente ao mercado, disponibilizando mais de 100 milhões de litros no primeiro semestre desse ano.</p>
<p>As diversas classificações possíveis para óleos lubrificantes tiveram todas um significativo aumento nos números de importação nesse primeiro semestre, tendo como destaque os líquidos para transmissões hidráulicas com 48,4%, com relação a igual período de 2009. Os óleos isolantes cresceram 22,5%, enquanto lubrificantes com aditivos aumentou 15,8%. A classificação “outros”, com um aumento de 28,2%, manteve o ritmo de crescimento que já vinha apresentando ao longo dos últimos anos.</p>
<p></span></p>
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		<title>ANP abre Consulta Pública Sobre Monitoramento &#8211; 27/07/10</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 14:04:56 +0000</pubDate>
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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), abriu processo de Consulta Pública para minuta de Resolução sobre o Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC), até então regulamentada pela Resolução ANP n° 29, de outubro de 2006.
 Segundo a minuta, os programas de Monitoramento terão abrangência em todo território nacional e serão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), abriu processo de Consulta Pública para minuta de Resolução sobre o Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC), até então regulamentada pela Resolução ANP n° 29, de outubro de 2006.</p>
<p> Segundo a minuta, os programas de Monitoramento terão abrangência em todo território nacional e serão de responsabilidade da Superintendência de Biocombustíveis e de Qualidade de Produtos (SBQ). Os agentes econômicos ficam obrigados a permitir a coleta de amostras de combustíveis, óleos e graxas lubrificantes e aditivos para óleos lubrificantes acabados e para combustíveis automotivos.</p>
<p> O prazo para encaminhamento de sugestões termina no dia 24 de agosto. A Audiência Pública está marcada para o dia 02 de setembro, no Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Promax renova acordo comercial com a Petronas &#8211; 16/07/10</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 19:39:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lubes em Foco 
A renovação do contrato firmado entre a Promax e a Petronas Lubrificantes Brasil SA, Companhia Nacional de Óleo da Malásia, para distribuição de óleos básicos do grupo III a segmentos específicos de mercado no Brasil é reflexo dos resultados da boa inserção dessas bases sintéticas, que já são uma opção viável, técnica e financeiramente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small;font-family: Arial"><strong>Lubes em Foco </strong></span><br />
<hr /><span style="font-size: x-small;font-family: Arial">A renovação do contrato firmado entre a Promax e a Petronas Lubrificantes Brasil SA, Companhia Nacional de Óleo da Malásia, para distribuição de óleos básicos do grupo III a segmentos específicos de mercado no Brasil é reflexo dos resultados da boa inserção dessas bases sintéticas, que já são uma opção viável, técnica e financeiramente, para os fabricantes brasileiros de lubrificantes.</p>
<p>“A parceria com a Promax fez com que nossa principal matéria-prima na América do Sul, o ETRO, começasse a ser usada desde o pequeno até o grande fabricante de lubrificantes, e se consolidasse como alternativa apenas um ano após sua entrada no mercado brasileiro”, afirmou Eduardo Brandão Gonçalves, gerente de Vendas Industriais da Petronas Lubrificantes.</p>
<p>“O ETRO é uma opção com ótima aceitação no mercado, pois permite formulações de lubrificantes semissintéticos e sintéticos com especificações cada vez melhores, seguindo uma tendência que vai se afirmar em médio prazo, quando as montadoras começarem a recomendá-los aos consumidores para todos os modelos de veículos”, projeta Simone Hashizume, coordenadora responsável pelos contratos de importação e comercialização de matérias-primas da Promax.</p>
<p>Além do acordo comercial com a Petronas Lubrificantes, a Promax tem contratos de distribuição de PAO (polialfiolefinas) com a multinacional ExxonMobil Chemical, de corantes e marcadores para combustíveis e lubrificantes com a norte-americana UCM (United Color Manufactoring), e de aditivos para combustíveis com a Lubrizol.</p>
<p></span></div>
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