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	<description>Sindicato Interestadual das Indústrias Misturadoras, Envasilhadoras de Produtos Derivados do Petróleo</description>
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		<title>Março tem recorde nas vendas de lubrificantes e graxas</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 19:39:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Março de 2012 foi um mês bastante positivo para a comercialização de óleos lubrificantes e graxas. A afirmação é do analista de mercado Ericsson Silveira. Com base em informações do Sindicom, o mês de março teve um incremento no volume de vendas fora do normal, 32,93%, ou 118.615 m³, contra 89.229 m³ de fevereiro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Março de 2012 foi um mês bastante positivo para a comercialização de óleos lubrificantes e graxas. A afirmação é do analista de mercado Ericsson Silveira. Com base em informações do Sindicom, o mês de março teve um incremento no volume de vendas fora do normal, 32,93%, ou 118.615 m³, contra 89.229 m³ de fevereiro de 2012.</p>
<p>Para o analista, a explicação pode estar no número de dias úteis do mês e na alta dos óleos básicos, prevista para abri, o que levou os clientes a anteciparem suas compras. No acumulado de janeiro a março/2012 em comparação com o mesmo período de 2011, o aumento foi de 7,26%.</p>
<p>Como existe uma nova alta de óleos básicos anunciada para maio / 2012, há a tendência do mercado continuar aquecido. &#8220;Pelos dados divulgados, se faz presente registrar a atuação da Ipiranga Produtos de Petróleo S/A, que manteve o 2º lugar de &#8220;marketshare&#8221; de lubrificantes &#8211; 18,17% e conquistou o 1º lugar no segmento de graxas &#8211; 22,94% &#8211; no somatório de lubrificantes + graxas &#8211; 18,35%&#8221;, ressalta.</p>
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		<title>Lubrificantes &#8211; Apelo Ambiental Impulsiona Uso de Óleos de Fontes Renováveis -16/04/12</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 16:55:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A conjunção entre a demanda por práticas mais sustentáveis e o emprego de máquinas e equipamentos de grande porte, com maior capacidade produtiva e operação ininterrupta &#8211; muitas vezes sob condições adversas -, impõe novos desafios para os lubrificantes industriais, impulsionando seu desenvolvimento comercial e tecnológico. Na seara tecnológica, a aparentemente inexorável tendência de substituição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A conjunção entre a demanda por práticas mais sustentáveis e o emprego de máquinas e equipamentos de grande porte, com maior capacidade produtiva e operação ininterrupta &#8211; muitas vezes sob condições adversas -, impõe novos desafios para os lubrificantes industriais, impulsionando seu desenvolvimento comercial e tecnológico.</p>
<p>Na seara tecnológica, a aparentemente inexorável tendência de substituição dos óleos minerais básicos por outros de origem sintética ganha agora uma nova vertente: a busca por óleos provenientes de fontes renováveis. De maneira geral, óleos sintéticos são ainda usados em escala muito menor do que os minerais, mas conquistam espaço mesmo entre os usuários de lubrificantes mais tradicionais. Afinal, embora seus custos iniciais sejam superiores, permitem desempenhos inalcançáveis pelos minerais, cujo desgaste é muito mais acelerado. Além disso, requerem quantidades menores e, assim, reduzem os passivos ambientais.</p>
<p>Ao lado da crescente presença dos óleos sintéticos na fabricação de lubrificantes industriais, tornam-se mais palpáveis as perspectivas de oferta de óleos minerais básicos de melhor qualidade produzidos no país. O Brasil &#8211; leia-se, Petrobras &#8211; , por enquanto, produz apenas óleos colocados no Grupo I da classificação estabelecida pelo American Petroleum Institute (API), com grupos que vão de I a V. Já houve, porém, o anúncio do início da produção, com o rerrefino de óleos do Grupo II, de melhor qualidade (ver box).</p>
<p>Daqui a quatro anos, também a Petrobras deverá produzir óleos desse grupo: &#8220;Em seu plano de negócios 2011-2016, a empresa anunciou um investimento no Comperj para produção, a partir de 2016, de 400.00m³ por ano de óleos básicos do Grupo II&#8221;, salientou Paulo Roberto Costa, diretor de abastecimento da estatal. Segundo ele, entre 2006 e 2011, a procura por óleos básicos no Brasil cresceu em média 4,2% ao ano, e no ano passado chegou a 1,45 milhão de m³.</p>
<p>A maior parte dessa demanda não se destina aos lubrificantes industriais, que representam, pelas estimativas de Maurício Matta, diretor do Sindicato Interestadual das Indústrias Misturadoras, Envasilhadoras de Produtos Derivados de Petróleo (Simepetro), algo entre 25% e 30% do total dos lubrificantes produzidos no país ( o restante corresponde aos lubrificantes automotivos).</p>
<p>No ano passado, ressalva Matta, o crescimento do consumo de lubrificantes se deveu apenas aos produtos automotivos &#8211; no segmento industrial, houve queda estimada em algo entre 4% e 5% em relação a 2010. Por que esse recuo? &#8220;De maneira geral, a indústria brasileira teve dificuldades no ano passado&#8221;, responde Matta. &#8220;Além disso, embora cresça o consumo de produtos automotivos, as montadoras fabricantes dos veículos consumidores desses produtos hoje importam muitas peças da China, e assim impactam a indústria metal-mecânica, assim como a siderurgia, um segmento muito importante para os negócios do nosso setor&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Atualmente, diz o diretor do Simepetro, o maior mercado da indústria nacional de óleos lubrificantes é composto pelos produtos hidráulicos, responsáveis por algo entre 55% e 58% do volume total produzido, E, para ele, a produção de óleos básicos de melhor qualidade no Brasil não decorrerá apenas dos investimentos já programados pelos fabricantes. &#8220;Na camada do pré-sal, foi identificada a presença de óleos de melhor qualidade&#8221;, ressalta Matta.</p>
<p>A íntegra da matéria está na Revista Química e Derivados n°519.</p>
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		<title>Diretora-geral da ANP toma posse no Rio com a presença da presidente Dilma Rousseff &#8211; 22/3/12</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 18:54:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>simepetro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  Fonte: Assessoria de Imprensa da ANP -      A cerimônia de posse da diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, foi realizada no dia 21 de março de 2012 , no Rio de Janeiro, com a presença da presidenta da República, Dilma Rousseff, no auditório da Escola de Guerra Naval. A solenidade também contou com a participação dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Fonte: Assessoria de Imprensa da ANP -</p>
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<p> </p>
<p> A cerimônia de posse da diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, foi realizada no dia 21 de março de 2012 , no Rio de Janeiro, com a presença da presidenta da República, Dilma Rousseff, no auditório da Escola de Guerra Naval. A solenidade também contou com a participação dos ministros de Minas e Energia, Edison Lobão;  das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, da Comunicação Social, Helena Chagas, e do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, além de senadores, deputados e representantes do setor de petróleo e gás natural.</p>
<p>Em seu pronunciamento, a presidenta Dilma Rousseff elogiou a atuação da ANP e atuação da nova diretora-geral na defesa da soberania nacional, das riquezas do país e do meio ambiente. &#8220;Parabenizamos a ANP pelo trabalho que tem feito até agora, tanto na garantia da qualidade dos combustíveis, quanto na área de exploração e produção de petróleo e gás natural. As exigências da Agência devem ser cumpridas. As empresas que aqui atuam devem saber que os protocolos de segurança da ANP estão aí para serem cumpridos. Não há exceção&#8221;, afirmou. Segundo a presidenta, entre os desafios para os próximos anos estão a garantia da oferta de etanol no Brasil e o estímulo às pesquisas relativas ao etanol de segunda e terceira geração.</p>
<p>Em seu discurso, Magda Chambriard  destacou a evolução do setor de petróleo e gás natural no Brasil nos últimos anos.  &#8220;Quando iniciei minha carreira como engenheira de produção da Petrobras, o Brasil produzia 187 mil barris de petróleo por dia. Hoje, a companhia é uma das maiores do mundo e, com as descobertas do pré-sal é possível dizer que as reservas provadas brasileiras poderão saltar dos atuais 15 bilhões para 30 bilhões de barris em um futuro próximo&#8221;, afirmou.</p>
<p>Magda disse ainda que o desafio de explorar o pré-sal precisa estar amparado em políticas públicas e instrumentos regulatórios capazes de garantir que o investimento a ser feito na próxima década seja revertido para a aceleração do desenvolvimento industrial do País. Durante a posse, a diretora-geral da ANP ressaltou a preocupação com a preservação do meio ambiente e garantiu que as atenções da Agência estão voltadas para o vazamento ocorrido recentemente no campo de Frade, na Bacia de Campos. Segundo ela, &#8220;a ANP está investigando a situação e os riscos associados ao acidente e adotando as medidas para o controle das condições que geram os vazamentos.&#8221;</p>
<p>O ministro Edison Lobão elogiou a indicação de Magda Chambriard para a diretoria-geral da ANP. &#8220;A escolha foi da presidente Dilma, com o meu aplauso. Nós confiamos no talento da nova diretora-geral e sabemos da sua capacidade de trabalho e do rigor de sua administração&#8221;, disse o ministro das Minas e Energia.</p>
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		<title>produção de óleos básicos cresce 3% nos EUA &#8211; 16/03/12</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 13:59:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[  Mesmo com interrupções nos abastecimentos e um fim de ano fraco, as refinarias americanas concluíram o ano passado com uma produção de cerca de 9,8 milhões de metros cúbicos de óleos básicos, representando um acréscimo de 3% com relação a 2012. Os naftênicos ficaram com mais de 18% desse mercado, representando um aumento na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Mesmo com interrupções nos abastecimentos e um fim de ano fraco, as refinarias americanas concluíram o ano passado com uma produção de cerca de 9,8 milhões de metros cúbicos de óleos básicos, representando um acréscimo de 3% com relação a 2012. Os naftênicos ficaram com mais de 18% desse mercado, representando um aumento na ordem de 7,6%.</p>
<p>Os dados da Energy Information Administration – EIA revelaram que 2011 foi um ótimo ano para o mercado de básicos nos Estados Unidos, pelo menos nos 9 primeiros meses e de acordo com fontes do setor, as margens foram excelentes e o mercado mostrou-se bastante animado.</p>
<p>As interrupções ocorridas nas refinarias, com mudanças físicas e de controle acionário e os problemas logísticos enfrentados não foram suficientes para desanimar o setor. De acordo com alguns produtores, foi um ano bastante desafiador e com muitas dificuldades.</p>
<p>A EIA também informou dados de importação e exportação do mercado americano, mostrando que foram exportados cerca de 4 milhões de metros cúbicos de básicos, perto de 40% da produção, o que poderia explicar, em parte, os ganhos do setor. Os tipos mais exportados foram os básicos naftênicos e de grupo II. Enquanto isso, as importações atingiram 1,6 milhões de metros cúbicos em 2011, representando um aumento de 4% em relação a 2010. Os maiores fornecedores foram a Coréia do Sul e o Canadá.</p>
<p>Fonte: Lubes em Foco</p>
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		<title>Magda Chambriard é a nova diretora-geral da ANP &#8211; 12/03/12</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 12:14:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>simepetro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A engenheira civil Magda Maria de Regina Chambriard, de 54 anos, foi empossada o dia 9 de março, como diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. A nomeação, pela Presidenta da República, foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira. Magda substitui Haroldo Lima, cujo mandato se encerrou em 11 de dezembro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: sans-serif;font-size: small">A engenheira civil Magda Maria de Regina Chambriard, de 54 anos, foi empossada o dia 9 de março, como diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. A nomeação, pela Presidenta da República, foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira. Magda substitui Haroldo Lima, cujo mandato se encerrou em 11 de dezembro de 2011. Desde então, o cargo vinha sendo ocupado interinamente pelo Diretor Florival Rodrigues de Carvalho.<strong> </strong>Carioca, a diretora-geral é pós-graduada em Engenharia Química pela COPPE, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1989), em Engenharia de Reservatórios e Avaliação de Formações (1980) e Engenharia de Reservatórios e Produção (1983), ambas pela Universidade Corporativa da Petrobras.</span><br />
<span style="font-family: sans-serif;font-size: small">Desde novembro de 2008, Magda é uma das quatro diretoras da Agência, cargo cuja indicação foi submetida à aprovação do Senado Federal. Naquele ano, Magda assessorou, pela ANP, a comissão interministerial criada pelo então presidente Luis Inácio Lula da Silva para estudar as regras de exploração e produção das reservas de petróleo e gás na área do pré-sal. Como diretora da Agência também coordenou os estudos que resultaram na certificação dos ativos para a capitalização da Petrobras. Funcionária de carreira, aposentada, da Petrobras, ingressou na ANP em 2002, como assessora de Diretoria, com atuação principalmente nas áreas de Exploração e Produção. A partir de 2005 assumiu a Superintendência de Exploração (SEP) da ANP, na qual foi responsável pela regulação e fiscalização das atividades exploratórias realizadas em todo o território nacional. </span><br />
<span style="font-family: sans-serif;font-size: small">A partir de 2006, passou a dirigir simultaneamente a SEP e a Superintendência de Definição de Blocos (SDB) da ANP. Na SDB, foi responsável por estudos geológicos e geofísicos que ampliaram o conhecimento sobre os recursos petrolíferos nacionais e subsidiaram o MME/CNE na escolha das áreas exploratórias a serem licitadas. Participou da elaboração dos planos plurianuais para aquisição de novos dados e informações sobre as bacias sedimentares brasileiras. Os planos adicionam 5 milhões de km<sup>2</sup> de bacias sedimentares ao cenário petrolífero brasileiro e encontram-se em andamento desde 2007.</span><br />
<span style="font-family: sans-serif;font-size: small">Com 32 anos de experiência na área de petróleo, Magda Chambriard ingressou na Petrobras em 1980, como engenheira estagiária. Naquele período, atuou na Área de Engenharia de Reservatórios (implantação de projetos e supervisão) e na Área de Produção. Também participou de grupos de avaliação de performance de projetos nacionais de E&amp;P. Ainda na Petrobras, integrou a Área de Novos Negócios de Exploração e Produção, na negociação de campos de petróleo maduros, campos em desenvolvimento e áreas exploratórias. </span></p>
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		<item>
		<title>ANP estabelece prazos para que agentes econômicos sejam considerados reincidentes em infrações &#8211; 7/03/12</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 20:25:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[          A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estabeleceu prazos para que agentes econômicos do mercado de combustíveis  sejam considerados reincidentes em infrações. De acordo com a Resolução 8/2012, publicada em 22 de fevereiro, para fins de aplicação das penalidades por reincidência (pena de suspensão temporária de funcionamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div>
<span style="font-family: Arial;font-size: small">        A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estabeleceu prazos para que agentes econômicos do mercado de combustíveis  sejam considerados reincidentes em infrações. De acordo com a Resolução 8/2012, publicada em 22 de fevereiro, para fins de aplicação das penalidades por reincidência (pena de suspensão temporária de funcionamento de estabelecimento e pena de revogação de autorização), condenações definitivas anteriores só serão levadas em conta  pelo prazo de dois anos  e, por cinco anos, para agravar a pena de multa por antecedentes. </span><br />
<span style="font-family: Arial;font-size: small">        O estabelecimento de prazo para consideração das condenações anteriores evita a insegurança no sistema nacional de abastecimento. Antes da Resolução 8/2012, independentemente do tempo, todas as infrações cometidas por cada agente regulado se acumulavam, podendo provocar revogações de autorização de diversas empresas.</span><br />
<span style="font-family: Arial;font-size: small">Reincidência é a repetição de uma infração legal após condenação por qualquer infração prevista na Lei nº 9.847/99 (Lei de Penalidades). Antecedentes são as condenações definitivas de um determinado agente no período de cinco anos. Os prazos foram fixados pela ANP depois de um estudo abrangente sobre o Código Penal e as normas de outras agências reguladoras.</span><br />
<span style="font-family: Arial;font-size: small">        A resolução complementa a Lei de Penalidades, que estabelece que a pena de multa seja agravada, de acordo com os antecedentes do agente econômico alvo da punição. Além da multa, a lei prevê a suspensão temporária, total ou parcial, de funcionamento de estabelecimento ou instalação no caso de segunda reincidência. </span><br />
<span style="font-family: Arial;font-size: small">        A lei prevê ainda  a revogação de autorização para os casos de reincidência nas infrações relativas à comercialização de produtos fora dos padrões de qualidade, com vício de quantidade ou problemas de segurança que tragam risco à população e ao meio ambiente e para os casos em que o agente econômico já foi penalizado com a suspensão temporária.</span></p>
</div>
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		<item>
		<title>Edição 21 – lubrificAÇÃO – Dezembro de 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 15:39:49 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Informativos do Sindicato]]></category>

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		<description><![CDATA[Edição 21 – lubrificAÇÃO – Dezembro de 2011]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simepetro.com.br/wp-content/uploads/JORNAL-EDICAO-21-DEZEMBRO-2011.pdf" target="_blank">Edição 21 – lubrificAÇÃO – Dezembro de 2011</a></p>
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		<title>Com os Manguinhos de fora &#8211; 06/02/12</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 16:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>simepetro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[  Revista Época Felipe Patury A Refinaria de Manguinhos é uma velha conhecida das autoridades fluminenses. Há 16 meses, foi flagrada num esquema de sonegação que lesou os cofres do Rio de Janeiro em R$ 850 milhões. Denunciado, o dono da empresa, Ricardo Magro, exportou parte de suas operações para o Paraná, que lhe deu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td width="100%" align="left" valign="top">Revista Época</td>
</tr>
<tr>
<td width="100%" align="left" valign="top">Felipe Patury<br />
A Refinaria de Manguinhos é uma velha conhecida das autoridades fluminenses. Há 16 meses, foi flagrada num esquema de sonegação que lesou os cofres do Rio de Janeiro em R$ 850 milhões. Denunciado, o dono da empresa, Ricardo Magro, exportou parte de suas operações para o Paraná, que lhe deu uma autorização para distribuir combustível. Não deu outra: não apenas deixou de recolher R$ 223 milhões em impostos entre março e outubro de 2011, como ainda pretendia quitar o papagaio com precatórios, considerados créditos podres.Em 12 de dezembro, o governo paranaense autuou – com atraso – a Refinaria de Manguinhos. Magro fez um acordo, parcelou a dívida e continua distribuindo combustível nos postos do Paraná.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Voltamos aos 18% de não-conformidade quanto à qualidade &#8211; 02/02/12</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 11:15:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Voltamos aos 18% de não-conformidades quanto à qualidade. Quando se acreditava numa tendência de melhoria da qualidade dos lubrificantes, com quedas seguidas do percentual de não-conformidades quanto à qualidade dos produtos, o Boletim ANP, referente ao bimestre novembro/dezembro, veio mostrar que ainda existem problemas a serem resolvidos junto a algumas distribuidoras. Os números mostram que, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Voltamos aos 18% de não-conformidades quanto à qualidade. </strong></p>
<p>Quando se acreditava numa tendência de melhoria da qualidade dos lubrificantes, com quedas seguidas do percentual de não-conformidades quanto à qualidade dos produtos, o Boletim ANP, referente ao bimestre novembro/dezembro, veio mostrar que ainda existem problemas a serem resolvidos junto a algumas distribuidoras.</p>
<p>Os números mostram que, após uma queda para 16,3%, voltamos ao patamar de 18%, que já incomodava o mercado no bimestre julho/agosto. Segundo a Agência, as principais não-conformidades observadas referem-se às amostras com viscosidade fora da especificação, sem aditivação e aditivação insuficiente.</p>
<p>Das amostras que apresentaram problemas de qualidade, cerca de 54% não tinham aditivação ou essa era insuficiente para atender às especificações requeridas. 34,3% não confirmaram a viscosidade especificada e 3,7% tiveram suas viscosidades a baixa temperatura, medidas pelo teste CCS, fora de especificação. Ainda foram detectados 6,4% dos produtos automotivos analisados com presença de básicos naftênicos e, o que é mais grave, 0,9% com presença de extrato aromático.</p>
<p>A melhoria ficou por conta das não-conformidades nos rótulos, que atingiu a 13,6% contra 18,4% no bimestre anterior. Os principais problemas nesse quesito ainda continuam sendo a identificação e/ou ausência do lote e da data de fabricação, que chegam respectivamente a 19% cada um.</p>
<p>Os problemas com relação a registro de produtos subriram de 9,5% para 13.1% das amostras, e continuam basicamente a ser desatualização e/ou falta do registro. A listagem com todos os produtos e empresas que apresentaram não conformidades pode ser encontrada no site da ANP, em <a href="http://www.anp.gov.br/?id=624" target="_blank">www.anp.gov.br/?id=624</a></p>
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		<title>Brasileiro nunca pagou à União tanto imposto como em 2011:R$ 969 bilhões &#8211; 30/01/12</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 15:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>simepetro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Globo   Eliane Oliveira A arrecadação de impostos e contribuições federais bateu mais um recorde em 2011, alcançando R$ 969,907 bilhões, um acréscimo de R$ 163,2 bilhões em relação a 2010. Descontada a inflação de 6,5%, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), houve um aumento real de 10,1%. Os números foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Globo</p>
<p> <br />
Eliane Oliveira<br />
A arrecadação de impostos e contribuições federais bateu mais um recorde em 2011, alcançando R$ 969,907 bilhões, um acréscimo de R$ 163,2 bilhões em relação a 2010. Descontada a inflação de 6,5%, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), houve um aumento real de 10,1%.<br />
Os números foram divulgados ontem pela Receita Federal, que registrou, em dezembro, o ingresso de R$ 96,632 bilhões, também o maior montante da História, com R$ 5,750 bilhões a mais que no mesmo mês de 2010. No entanto, com a inflação do período, houve uma queda mensal frente a dezembro de 2010 de 2,69%.<br />
Entre os tributos arrecadados pela Receita Federal, o maior montante em 2011, de R$ 277,870 bilhões, foi obtido com receitas previdenciárias. Destacaram-se, ainda, o Cofins (R$ 161,9 bilhões) e o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (R$ 106,9 bilhões).<br />
Apesar do bom desempenho da arrecadação, o secretário da Receita, Carlos Alberto Barreto, acredita que essa performance não vai se repetir em 2012.<br />
— A arrecadação continuará crescendo, juntamente com a economia, mas a taxas menores do que foi em 2011, mas sempre crescendo — disse o secretário.<br />
Receitas extras inflaram o resultado do ano Barreto acrescentou que as receitas no ano passado apresentaram o maior crescimento dos últimos quatro anos. Em 2010, a arrecadação federal subiu 9,78% em relação ao ano anterior, descontada a inflação, contra queda de 0,38% em 2009 e expansão de 7,68% em 2008.<br />
De acordo com Barreto, as medidas tomadas no ano passado para esfriar a atividade econômica influenciaram o caixa do governo. Porém, fatores extraordinários, como o recolhimento de tributos por sentenças judiciais e o parcelamento de dívidas com a União pelo chamado Refis da Crise ajudaram a conter a desaceleração.<br />
Os setores da economia que mais contribuíram para o aumento da arrecadação de 2011 foram as entidades financeiras, a indústria automobilística e o comércio atacadista e varejista. Também se destacou o crescimento de 90,34% na arrecadação da extração de minerais metálicos, que passou de R$ 7,836 bilhões, em 2010, para R$ 14,916 bilhões.<br />
Segundo a Receita, houve uma importante combinação de fatores ao longo de 2011, a começar pelos principais indicadores macroeconômicos, tidos como geradores de arrecadação: a produção industrial, as vendas de bens e serviços, a massa salarial e o valor em dólar das importações, que tiveram variações positivas no ano passado.<br />
Outros fatores foram a antecipação de parcelas, em especial no período de junho a agosto, de débitos parcelados; o recolhimento relativo à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), no valor de R$ 5,8 bilhões, graças ao fim de um questionamento na esfera judicial; e o encerramento das desonerações relativas ao Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre automóveis.</p>
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