Sindicato Interestadual das Indústrias Misturadoras, Envasilhadoras de Produtos Derivados de Petróleo
Simepetro - Sindicato Interestadual das Indústrias Misturadoras, Envasilhadoras de Produtos Derivados de Petróleo
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Assessor técnico do Simepetro fala sobre seus desafios

Desde o início de 2013, o Simepetro conta com mais um colaborador. O assessor técnico, Manoel Honorato. Conhecido no segmento de óleos lubrificantes, Honorato vem somar seus conhecimentos ao importante trabalho que o Simepetro desenvolve junto aos órgãos públicos e privados, na busca de um mercado saneado e competitivo para os produtores.

 

Confira como será feito esse trabalho na entrevista abaixo:

 

– Recentemente o Sindicato anunciou sua contratação. Quais os objetivos desse trabalho?

 

Primeiro deles é dar aos nossos associados total respaldo e apoio nas solicitações e demandas que são necessárias. Em segundo lugar, incrementar a visibilidade institucional do Simepetro nas reuniões com ANP, MMA, MME, GMP, IBP, AEA e demais órgãos que por ventura sejam necessários. Com este incremento imagino podermos interagir com todos os agentes que fazem parte de nossa cadeia produtiva, inclusive com outros sindicatos como foi feito nesta questão da participação conjunta na revisão da NBR 17 505 junto à ABNT, e que aproximou a todos, aja visto que o objetivo era comum. Ppretendemos também acompanhar as discussões sobre nosso segmento de maneira geral, mantendo os associados informados.

 

– O que já  foi possível perceber nesse pouco tempo em que você está atuando à frente do Sindicato?

 

Minha percepção é que teremos um período de muito trabalho, tenho total ciência das dificuldades de representar o sindicato, num momento de tantas adequações do segmento. Em nossa primeira reunião com a ANP, com o superintendente de Abastecimento Dr. Aurélio Amaral e parte de sua equipe, já iniciamos um  trabalho para termos uma agenda ativa para avaliar e tratar os assuntos institucionais conjuntamente, e tenho certeza que desta forma melhorar a interação entre associados, diretoria e governo.

 

– Qual é hoje a situação dos produtores diante do recadastramento na ANP?

 

Terminamos 2012 com várias interrogações quanto a estas adequações na Resolução 18/2009 e muitos ofícios encaminhados pela ANP para praticamente todos os produtores, mas felizmente após inúmeras conversar e reuniões penso que tanto a ANP como órgão regulador, quanto as empresas produtoras estão próximas de um entendimento. Prova disto foi a revisão da NBR e a reunião que aconteceu entre a ANP na qual participaram os responsáveis pela avaliação dos processos das empresas na Agência Nacional do Petróleo e os profissionais da ABNT, ocorrida na última semana de fevereiro de 2013, com o objetivo de nivelar entendimentos sobre questões relativas a revisão da NBR 17 505 e que refletem nas requalificações das empresas produtoras de lubrificantes. Tenho certeza que a partir desta reunião e com outras que seguramente virão,  teremos um desfecho que atenderá tanto a ANP como órgão regulador do segmento, quanto aos produtores que estão se adequando para obter este recadastramento.

 

– Quais os principais trabalhos que o Sindicato está atuando nesse momento?

 

Após a reunião ocorrida no RIO de Janeiro na ANP – SAB nos comprometemos a fazer uma agenda conjunta para auxiliar no que for necessário junto a esta superintendência de Abastecimento tratando de assuntos relativos aos relatórios que as empresas devem encaminhar a ANP periodicamente e demais questões de interesse dos associados. Temos reunião agendada com a ANP – Brasília- Centro de Pesquisa e Análise Tecnológica para apresentarmos nossas expectativas como produtores de lubrificantes e graxas, sobre a revisão da Resolução 10/2007, que trata dos registros de produtos junto a ANP.

Estamos com a agenda das reuniões do Grupo de Monitoramento Permanente que acontece com a coordenação do MMA e MME nas quais são tratadas as questões de volumes de OLUC (Óleo usado ou Contaminado), que devem ser recolhidos e que temos percentuais que precisam ser atingidos regional e nacionalmente. Estamos preparando nosso Congresso Nacional de lubrificantes e Graxas, pois consideramos que quanto mais tivermos eventos que possam reunir as empresas e profissionais da área, mais teremos interação e poderemos discutir para avaliar como está nosso segmento e tratarmos de forma objetiva de todos os assuntos e das tendências que fazem parte da nossa rotina como empresas fabricantes de lubrificantes e graxas, e

temos toda última quarta feira de cada mês a reunião no IBP  institucionalmente e onde são tratados assuntos do mercado de lubrificantes de maneira técnica.