Sindicato Interestadual das Indústrias Misturadoras, Envasilhadoras de Produtos Derivados de Petróleo
Simepetro - Sindicato Interestadual das Indústrias Misturadoras, Envasilhadoras de Produtos Derivados de Petróleo
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Simepetro comemora sucesso do 5° Congresso Nacional

A participação dos congressistas contribuiu para a troca de informações em todas as palestras

Terminou hoje em São Paulo o 5° Congresso Nacional Simepetro. O evento reuniu diretores de empresas produtoras de óleos lubrificantes e graxas, especialistas em lubrificação, técnicos e representantes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Petróleo Brasileiro.

Durante o evento foram apresentados temas de interesse para o mercado, tanto especificamente na questão dos óleos lubrificantes, quanto na estrutura dos negócios da empresa.

Abrindo o evento, o consultor Ericsson Silveira, da Vendas & Valor, destacou a importância da equipe de vendas. “Uma equipe treinada, preparada, transforma esse trabalho em uma vantagem competitiva”.

Logo a seguir o representante do Sindicom Giancarlo Passalacqua apresentou os números do Programa Jogue Limpo, destacando a parceria firmada entre o Programa e o Simepetro. Na oportunidade o presidente do Simepetro Carlos Ristum, lembrou as vantagens de participar do Jogue Limpo e lembrou que as empresas que não aderirem terão que apresentar à Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, programas individuais.

A palestra sobre graxas mostrou a necessidade do mercado nacional investir em novas tecnologias. Para o consultor Manoel Honorato, o mercado vive uma dependência de produtos importados, limitando a evolução da produção de graxas especiais.

A gerente de novos negócios da Cargill, Ruth Kuriyama, ressaltou que os óleos vegetais já são realidade no mercado e atendem tanto a parte de desempenho quanto a de biodegradabilidade.

As transformações do mercado de básico foram tema do engenheiro Cláudio Pereira da Silva. Segundo ele o mercado está passando por grandes mudanças. “Se de um lado temos oferta maior que a demanda, isso traz novos desafios, dentre eles o aumento da competição”.

Ainda no campo dos básicos, o consultor do Sindirrefino, Nelson Ribeiro falou sobre as novas especificações do básico rerrefinado. “Conseguimos mostrar que o óleo básico rerrefinado tem características até melhores que o óleo de primeiro refino, que está ameaçado de acabar”.

Finalizando o primeiro dia e ainda na área dos básicos, o Gerente de Comércio Interno de Lubrificantes e Parafinas da Petrobras, Bernardo Lemos, apresentou a visão da Petróleo e como ela está se preparando para atender de forma cada vez melhor as demandas dos seus clientes.

No dia 21 os trabalhos foram concentrados na parte da manhã. Um painel exclusivo com representantes da ANP, discutiu regulação, qualidade e a fiscalização das empresas.

Na parte inicial, representando a superintendência de Abastecimento, o assessor Eduardo Torres destacou o trabalho que está sendo realizado e ouviu queixas dos empresários quanto às divergências de exigências nos processos.

Representando a superintendência de Qualidade, o especialista em regulação Paulo Matos explicou alguns critérios de análises para o registro de produtos, destacando que a qualidade vem crescendo desde que os empresários passaram a investir em bons profissionais em seus quadros.

Finalizando o painel, o superintendente-adjunto da Fiscalização Aurélio Amaral explicou como atua a fiscalização ressaltando que é preciso manter o diálogo com o mercado, “esclarecer dúvidas, informar melhor os processos de registro e autorizações o que facilitaria e diminuiria a incidência de autuações por parte da fiscalização”.